22/07 | Ajude a se curar – Quadril e joelhos

AJUDE A SE CURAR | PROBLEMAS NO QUADRIL E JOELHOS

Quando você descobrir o que te machuca e como superar as suas dificuldades, começa o processo de autocura. Esse é um curso prático com técnicas terapêuticas exclusivas. Para você mudar as energias nocivas da aura, que modificam o padrão energético dos órgãos e provocam doenças. Os métodos aplicados são fáceis de serem utilizados, indolor e agradável de fazer

Dia 22/07/2017
Horário: das 14h às 18h
Valor: R$ 150,00  – Desconto especial para alunos e ex-alunos do curso de Metafísica da Saúde Local: ESPAÇO INTEGRAÇÃO ANANDA Rua Luís Góis, 734 – Fone (11) 5072 6448

 

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COMO SURGIU ESSE TEMA?
Ao longo das últimas décadas, eu Valcapelli tenho estudado as doenças físicas e emocionais, com as suas respectivas causas metafísicas. A conscientização das causas emocionais das doenças tem ajudado muitas pessoas a reverem e transformarem suas dificuldades interiores; em especial os conflitos internos que, segundo a metafísica da saúde, são causadores das doenças. Com as mudanças desses padrões de comportamentos, tenho acompanhado inúmeros resultados de mudanças de atitudes que resultaram na significativa melhora das doenças. Paralelo a esses estudos que compõem o trabalho de Metafísica da Saúde, atualmente composto de 5 volumes de livros já publicados. Nos últimos 5 anos, venho desenvolvendo uma técnica de autocura chamada de dessensibilização. Aprendi essa técnica com os meus amigos espirituais que sempre me inspiraram nos estudos metafísicos. Um dos espíritos, que desde a minha infância me acompanha, se apresenta com Fausto, ele foi um médico inglês que viveu durante a primeira guerra mundial e atuou no fronte de batalha, cuidando dos soldados feridos na guerra.

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APLICAÇÃO DA TÉCNICA DE DESSENSIBILIZAÇÃO
Tenho utilizado os exercícios de dessensibilização com frequência nos últimos anos, venho obtendo excelentes resultados. Agora estarei realizando esses eventos, para ensinar a um grupo limitado de pessoas a usarem os Antídotos metafísicos para ajudar no tratamento de suas doenças. Trata-se de uma maneira simples e prática para que você “ajude a se curar passo a passo”. Vale lembrar que a dessensibilização com os antídotos metafísicos não dispensa os tratamentos médicos. Eles vão ajudar a recompor a saúde, atuando no campo energético e sensorial, onde estão instalados os registros emocionais das doenças. A restauração vibracional, por meio do uso dos antídotos metafísicos ocorre devida as sensações provocada por eles, que são contrárias àquelas que provocaram as doenças no corpo.

História do Dr. Fausto

AJUDE A SE CURAR passo a passo

Autoconsciência e dessensibilização com os antídotos metafísicos

Como foi desenvolvida a dessensibilização pelo Dr. Fausto na segunda guerra mundial

 

A técnica de dessensibilização com o uso dos antídotos metafísicos foi passada pelo amigo espiritual Dr. Fausto, que desenvolveu esse estudo durante a segunda guerra mundial. Ele me acompanha desde a infância. Inspira o meu trabalho de pesquisa de metafísica da saúde; e do desenvolvimento das aulas que ministro no Espaço Integração Ananda, há muitos anos.

Nos últimos 5 anos, enquanto realizo os estudos da metafisica da saúde, paralelos à investigação das causas emocionais das doenças, o Dr. Fausto tem passado alguns procedimentos, que tenho indicado em alguns casos. Quando os pude passar para algumas pessoas com problemas de saúde, notei que as respostas eram boas, as pessoas se sentiam bem praticar os exercícios e também apresentavam melhoras no seu quadro físico. Comecei a catalogar alguns desses procedimentos. A partir de agora vamos desenvolver essa técnica no projeto “ajude a se curar”, com objetivo de contribuir para a cura de algumas doenças.

O amigo espiritual continuou a me inspirar e a ensinar essa técnica. Com o aumento do meu interesse, ele começou a me passar como foram desenvolvidos esses estudos. A história é muito bonita e comovente, obviamente, enquanto narrada pela esfera espiritual. No entanto, quando se imagina a cena que me passava, pela minha ótica humana, às vezes me chocava e deixava impressionado. Talvez isso ocorra com você durante leitura deste texto narrativo. A ótica espiritual tem o poder de ampliar a visão da cena e tirar o horror.

A partir de agora, Eu, Valcapelli, vou apresentar o meu amigo espiritual e a história de como ele desenvolveu essa técnica, e como ela pode ser usada para algumas doenças.

O Dr. Fausto apresenta-se como médico inglês que viveu durante a primeira guerra mundial e atuou no fronte de batalha, cuidando dos soldados feridos. Ele revelou ter desencarnado em 1920, após o fim da primeira Guerra, que ocorreu entre os anos de 1914 a 1918.

Depois ele participou, como espírito, da segunda guerra mundial, acompanhando do plano espiritual os médicos alemães que atuavam em diversos setores da medicina, tais como pesquisas e socorro aos feridos da guerra. Foi nos campos de batalha, acompanhando os médicos alemães no socorro dos feridos em batalha, que ele mais aprendeu sobre como aconteciam os ferimentos dos soldados.

Durante sua presença nas trincheiras, com a visão do mundo espiritual, ele podia identificar a energia da aura, que é um campo luminoso em torno do corpo físico das pessoas. Ficava evidente para ele que havia em alguns homens que estavam prestes a ir para o confronto armado manchas escuras nas auras.

Após o cessar-fogo, em que ocorriam muitas mortes, existia um grande número de espíritos cuidando do resgate dessas almas no plano espiritual. O Dr. Fausto acompanhava os médicos encarnados, inspirando-os durante os cuidados dos homens que foram feridos durante a batalha sangrenta. Ele reconhecia alguns daqueles soldados e se lembrava das manchas escuras que eles tinham na aura, antes do início da batalha.

Observava que os graves ferimentos no corpo, provocados pelos estilhaços de bombas ou por balas, mutilaram exatamente no local do corpo onde estavam as manchas escuras na aura. Era como se os soldados marchassem para a guerra como uma espécie de pontos energéticos que serviam de alvo dos seus ferimentos no corpo. Aquilo o deixava intrigado. A partir dessas observações, começou a estudar mais a fundo esses fenômenos.

Eu, Valcapelli, vou narrar esses estudos que ele fez naquela ocasião, e que o levaram a criar a técnica de dessensibilização, que ele denomina originalmente “Desensitization”, no inglês britânico, pela pronúncia que capto dele: “di-sem-sɪ-taɪˈzeɪ-san”. Ele vem me passando essas experiências por meio de contatos mediúnicos que ocorrem enquanto estou realizando os meus estudos. Também em algumas incorporações dele nas atividades mediúnicas durante as celebrações espirituais, que realizamos num domingo por mês no Espaço Integração Ananda; há mais de um ano consecutivo essas modalidades são feitas com a presença dos integrantes do Ambulatório de Cromoterapia e aberta ao público.

Segundo ele, durante o tempo em que os homens permaneciam nos seus pelotões ou mesmo entrincheirados, aguardando o início da batalha, eram longos os períodos de ociosidade das tropas. Entre uma batalha e outra demoravam dias, com picos de algumas horas de combate. Havia ocasiões que os soldados ficavam dias lutando, praticamente sem trégua e outras em que ficavam semanas ociosas sem confronto com o inimigo.

Centenas ou milhares de homens ficavam juntos, ora nos acampamentos, ora nas trincheiras.

Durante o período em que permaneciam nos acampamentos, a ociosidade era total, alguns cuidavam das suas armas, outros divagavam com olhar perdido, imóveis e atônitos por horas; enquanto outros praticavam algumas brincadeiras, modalidades esportivas improvisadas para passar o tempo.

Havia períodos em que os soldados ficavam entrincheirados, onde permaneciam entocados nas valas improvisadas em locais inóspitos e insalubres; mas estratégicos para se protegerem ou surpreenderem os inimigos. Eram muitos soldados dividindo pequenos espaços; eles ficavam praticamente grudados um ao outro. Permaneciam tensos e apreensivos, pois a qualquer momento iniciaria o combate.

Acompanhando esses cenários que faziam parte do cotidiano do exército alemão, o Dr. Fausto investigava as manchas nocivas nas suas auras.

Certa vez ele passou por um soldado que tinha na aura, a região do rosto muito escura e sombria. Subitamente esse soldado provocou o rapaz que estava a seu lado na trincheira. Do nada, os dois começaram a discutir, dando início a uma briga de socos e pontapés, os dois rolaram na trincheira. Como o outro era mais forte fisicamente, esfregou o seu rosto no barranco da trincheira, provocando esfoliações na face. Assistindo esse confronto brutal, o Dr. Fausto notou que a mancha escura da aura diminuía. Enquanto o rosto do soldado era friccionado bruscamente no barranco de terra, a energia nociva da aura dava lugar às escoriações faciais, superficiais da pele do rosto do soldado.

Tão logo a briga foi apartada pelos outros soldados, deu início a uma batalha sangrenta, com muitas baixas daquele pelotão. Algumas horas depois do início do conforto, houve o cessar fogo e uma grande correria para socorrer os feridos. Passando por um grupo que cuidava dos feridos menos grave, o Dr. Fausto reconheceu o soldado que apanhou do colega na trincheira antes do início do combate. Qual não foi a sua surpresa ao vê-lo recebendo curativos na face. Pois havia levado um tiro de raspão no rosto. Pode notar que as marcas da briga eram mais evidentes do que o leve ferimento, causado pelo projétil da arma da tropa inimiga, no confronto com o inimigo.

A partir dessa observação, ele começou a notar que os pequenos incidentes causados na tropa reunida antes das batalhas modificavam as marcas escuras da aura. Quando via um soldado se machucar numa brincadeira, em modalidades esportivas, ou qualquer tipo de machucados, causados por exemplo por algum acidente enquanto a tropa estava reunida antes do combate; esses eventos desagradáveis reduziam significativamente as energias nocivas localizadas exatamente onde os homens se machucavam antes da batalha. Depois dos confrontos sangrentos, ele procurava esses soldados que se machucaram antes dos combates e os viam sem graves ferimentos.

O Dr. Fausto começou a visitar espiritualmente os acampamentos dos soldados alemães, e, aliados aos espíritos protetores dos militares e dos médicos e agentes de saúde, começou a inspirar práticas de atividades esportivas para a tropa entre uma batalha e outra, nos momentos em que os soldados permaneciam ociosos. Pois, ele via nessas modalidades maneiras mais amenas para reduzir a energia nociva da aura de alguns soldados, em vez de meras agressões eventuais ou acidentais.

Os espíritos protetores da tropa intuíam os soldados a organizarem partidas de futebol. Essas modalidades não incomodavam os oficiais comandantes nazistas, responsáveis pelo acampamento. Eles traziam dentro de si o espírito esportivo, que fora frustrado com o cancelamento da olimpíada de 1916, que seria realizada em Berlim na Alemanha, mas foi cancelada por causa da primeira guerra mundial. Os atuais oficiais alemães comandantes dos acampamentos eram quem poderiam impedir essas mobilidades entre os soldados, e pôr fim ao objetivo do Dr. Fausto de observar como a energia nociva da aura poderia ser minimizada por atividades mais amenas, como o esporte.

No entanto os espíritos assistentes do plano espiritual da tropa alemã, atendendo ao pedido do Dr. Fausto, encontraram nos comandantes dos acampamentos, os seus maiores aliados, para realizarem as modalidades esportivas entre os soldados, pois, na ocasião do cancelamento das Olimpíadas eles eram jovens de 15 ou 18 anos e sentiram profundamente a suspensão desse evento. Agora, em pleno período da segunda guerra mundial, eles sentiam-se muito bem em ver os jovens soldados a seu comando, se divertirem por algumas horas antes das batalhas sangrentas, que poriam fim à vida de muitos daqueles soldados.

Durante a partida de futebol realizada no acampamento, Dr. Fausto ficava no campo aproveitando cada movimento dos jogadores. Parecia o juiz da partida ou técnico do time, sem perder, sequer, um movimento dos jogadores. Como espirito, ele não intervinha na partida, mas acompanhava de perto os jogadores, em especial os que traziam mais manchas escuras na aura, para observar quais movimentos dos jogadores alteravam as energias nocivas das suas auras.

Ele não se baseava na cor da camisa do time, ou na marca que distinguia um time do outro; o seu ponto de observação era o campo luminoso da aura dos jogadores. Era importante para os seus estudos saber quais movimentos reduziam esse campo de luz. Notava que as jogadas mais bruscas eram as que mais influenciavam na diminuição das manchas nocivas da aura. Suas observações sucederam durante muitas partidas de futebol.

Foi quando teve a ideia de inspirar os soldados a fazerem partidas de rugby (esporte coletivo de intenso contato físico, praticado com 15 jogadores cada lado). Os alemães não eram tão admiradores dessa modalidade como os ingleses. O Dr. Fausto, como bom inglês, trazia nas suas lembranças de universidade, quando era um jovem estudante de medicina, a prática desse esporte. Além de suas boas recordações, tinha especial interesse nos seus estudos para modificação do campo áurico dos soldados alemães.

Essa condição espiritual é digna de uma observação minha enquanto relator dessa história. Vale ressaltar o quanto a visão dos espíritos é diferente de nós encarnados, que temos partido, país, grupos aliados e rivais. Vejam o Dr. Fausto, inglês, participou da primeira guerra mundial do lado da Inglaterra, agora como espírito está infiltrado no exército alemão, convivendo num acampamento nazista; ao lado de espíritos que tiveram suas últimas encarnações na Alemanha. Como podemos notar, na pátria espiritual não há segregação. Como o próprio Dr. Fausto tem me passado, é uma só nação e uma só língua, que permite a comunicação universal: a linguagem da Alma. Quem sabe em outra ocasião ele traga mais esclarecimento a esse respeito.

Dando sequência à narrativa das modalidades esportivas nos acampamentos alemães, agora com as partidas de Rugby, o Dr. Fausto pôde observar melhor os fortes confrontos dos homens nos momentos de esporte.

Nessa modalidade esportiva ele atuava mais amplamente com os jogadores; afinal ela acontece dentro e fora do campo. O Dr. Fausto lembrava da época de faculdade; a parte mais saudosa para ele era o terceiro tempo do jogo, que acontecia fora dos campos; tratava-se das comemorações que faziam ao término das partidas. Os jovens estudantes do time da faculdade comemoravam a amizade, união e a fraternidade, requisitos indispensáveis para um time de rugby.

Assim o Dr. Fausto influenciava na escolha da posição dos jogadores com as respectivas divisões dos números da camisa que cada jogador iria receber. Obviamente o porte físico era fator decisivo para essas posições. Quem conhece esse esporte sabe que todos têm lugar nesse jogo, cada tipo físico é bem aproveitado dentro do time. O interesse do médico espiritual era expor alguns jogadores a certos embates que possibilitassem modificar os campos energéticos da aura dos soldados.

Na hora do jogo ele entrava em campo e agia como um técnico espiritual, modalidade que não é permitida aos técnicos dos times realizarem. Pedia que passasse a bola para um jogador e depois que ele avançasse até certo ponto, até o próximo arremesso. O intuito dele não era pontuação, mas sim reduzir a condensação energética nociva da aura.

Suas pesquisas foram avançando com essas modalidades; ele percebia que os eventos fraternos da amizade e companheirismo das equipes esportivas também influenciavam positivamente na redução dos campos nocivos da aura.

Durante meses em que realizava suas observações nos acampamentos, trincheiras e socorros aos feridos nos fronts de batalhas, o Dr. Fausto acompanhou algumas condecorações dos soldados e observou que as medalhas que eles receberam e colocaram no pescoço ou guardaram nos bolsos sobre as regiões do corpo onde havia manchas escuras na aura, também reduziam esses campos e minimizavam os ferimentos no corpo em batalha.

Passados alguns meses e muitas observações, enquanto acompanhava uma agradável partida de rugby, chamou a atenção um soldado que estava distante, sentado sozinho, lendo uma carta. Concentrado na leitura, o soldado permaneceu imóvel por alguns minutos. Em seguida ele foi tomado por uma crise de choro e levou a carta até suas pernas, chorando compulsivamente. Essa cena chamou a atenção do Dr. Fausto porque ele identificou um campo de energia enegrecida, nas duas pernas daquele soldado que se assemelhavam à mesma camada energética de muitas pernas que ele havia acompanhado os médicos amputarem de soldados mutilados durante as batalhas.

O médico abandonou a partida e se dirigiu até aquele soldado, observando o fenômeno. Conforme o jovem levava a carta embebida com suas lágrimas até suas pernas, a energia escura ia se dissipando numa intensidade maior do que os fortes embates esportivos, ou violentos dos acidentes, ou provocados pelos acidentes, ou pelas brigas entre os soldados. Quanto mais o soldado se comovia com a leitura da carta e chorava, mais modificava o campo de energia negativa que circundava as suas pernas.

O contexto da carta referia-se a declaração de amor da jovem namorada, que revelava ter sido aceita pela família do soldado e já estar morando com os pais dele, que no começo se opunham à união dos jovens e agora acolhera a jovem nos sua casa e a felicidade se completaria com a sua volta para casa. Tomado por seu grande amor o jovem não continha as suas emoções.

Após longo período de choro, o médico induziu aquele jovem para que guardasse a carta no bolço da calça localizado na perna, que geralmente era destinado para guardar munição. Mas aquela carta estava servindo como uma especie de curativo energético ou elemento de dessensibilização.

Trata-se de um agente que contrapõe ao campo nocivo da aura, vibrando na frequência oposta, agindo como dessensibilizador energético. A partir daquela experiencia o Dr. Fausto encontrara um novo conceito de atuação. Agora por meio de carta de familiares, noticias de entes queridos das tropas e condecorações, que eram guardadas nas regiões do corpo marcadas pelas energias nocivas.

Além das atividades esportivas, as entidades espirituais agiam principalmente no sentido de intuírem os mensageiros que traziam cartas dos familiares; esses, sim, tinham um papel importante na guerra. Eram agentes modificadores da energia de discórdia e de propagação da ganância e da sede de poder para constituição das forças de união do espírito fraterno dos lares.

Esses mensageiros eram esperados nas trincheiras e por onde passavam deixavam rastro de luzes, ascendendo corações de afeto e ternura, de lembranças carinhosas dos entes queridos dos soldados entrincheirados. Essas forças luminosas transformavam campos nocivos de corpos que estavam prestes a ser mutilados. Esses eram os principais elementos dessensibilizadores que o Dr. Fausto contava naquela ocasião, além claro das medalhas de condecoração e das fotos dos entes queridos dos soldados.

Com base nesses elementos disponíveis naquela ocasião, o médico inglês, atuando espiritualmente no exercito alemão, deu início ao estudo para desenvolver os antídotos metafísicos, que são elementos que contrapõem aos campos nocivos da aura, para fazerem a dessensibilização terapêutica, que hoje faz parte da técnica: “ajude a se curar”.

Eu, Valcapelli, me sinto privilegiado em conduzir esse estudo, que está em desenvolvimento, por meio do curso: “ajude a se curar” e de outras modalidades que estão sendo realizadas em paralelo, com a finalidade de aprimorar os resultados para posterior registros e apresentação de resultados para beneficiar muitas pessoas que sofrem com os sintomas das doenças que começam primeiramente na aura para depois se instalarem no corpo. Se puderem ser combatidas na aura simultaneamente com os tratamentos clínicos, vão reduzir o sofrimento humano e minimizar a dor.

Participação somente presencial, não serão gravadas tampouco transmitida pela internet.
Vagas limitadas!

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